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domingo, 16 de junho de 2013

Quero ser uma criança eternamente

Um dia desses, de manhã, precisava sair da cidade onde moro e ir até outra cidade vizinha para fazer um estudo bíblico. Não existiria problema nenhum neste trajeto se não estivesse chovendo e eu apenas com uma moto para chegar até lá! Mas eu tinha que estar lá, afinal este era meu compromisso.
Então, lá vamos nós. Eu, a motinha (fiel companheira) e uma roupa ridícula que minha mãe me deu para chegar até lá; calça e blusa de plástico.
Na estrada, não preciso nem de muitos detalhes para descrever a situação – Vento, chuva e os caminhões (os maiores inimigos dos motoqueiros).
Chegando à cidade, parei para retirar o meu traje de plástico. Porem, logo que estacionei a moto, veio um pequeno menino do meu lado mediu-me dos pés a cabeça e disse para a sua mãe: “MÃEEE! Olha que legal esse roupa!”.
Rapidamente pensei “O que? Será que eu ouvi direito?! Legal? Legal, porque não é você que viajou 1 Hora de moto neste frio, com uma chuva tão gelada que nem sinto mais meus dedos!”
Entretanto, imediatamente, Deus me lembrou de Mateus 18.1-5 Naquele momento os discípulos chegaram a Jesus e perguntaram: "Quem é o maior no Reino dos céus? "Chamando uma criança, colocou-a no meio deles, e disse: "Eu lhes asseguro que, a não ser que vocês se convertam e se tornem como crianças, jamais entrarão no Reino dos céus. Portanto, quem se faz humilde como esta criança, este é o maior no Reino dos céus.”
Todo o meu orgulho em se sentir ridículo com uma roupa feia, era tão distinto para uma criança despreocupada. Talvez ela imaginasse um astronauta com um capacete e andando de um jeito estranho, porque na verdade ela estava despreocupada com tudo (chuva, e vento) e todos (aquele homem vestido de roupa “Legal”). A vida para ela é extremamente simples.
Aquela criança que Jesus chamou poderia estar brincando com os seus amiguinhos de futebol de rua (claro que eu sei que futebol não existia naquela época). Mas agora, ela esta no centro de doze homens que estavam disputando o melhor lugar possível e Jesus, o Senhor do Reino dos Céus.
E para piorar a situação, Jesus diz para aqueles homens se eles desejassem pisar (entrar) no Reino dos Céus deveriam mudar de caminho (se converter) e se tornar igual a essa criança, provavelmente, suja e descalça.
Quando se trata da situação da criança, procuro alguém de “peso”, segundo D. A Carson “A criança é levada como um ideal não de inocência, pureza ou fé, mas de humildade de mente (v. 4) não a infantilidade de pensamento. Essa humildade é acompanhada da confiança semelhante à da criança.”.[1]
Homens e mulheres que são discípulos de Jesus devem desejar Humildade de mente. Não o desejo de ser o melhor em tudo e em todos os momentos, assim como os discípulos (Quem é o maior no Reino dos Céus?). Mas em ser muito parecido com uma criança.
Você já observou o relacionamento de uma criança com o pai? O pai à pega nos braços e a roda várias vezes, e ela sorri. Logo, ele sobe a pequena criança em uma muretinha e faz um pedido – Pula Filha! – Sem pensar duas vezes, com um salto ela se encontra de novo carregada pelo pai. Isso acontecesse por várias vezes. E sempre ela grita – De novo! De novo! Mais uma vez, pai!
Esta menina está desfrutando um grande momento com o pai. Grande alegria está na simplicidade de se atirar nos braços do pai. Ela não deseja nada mais valioso ou mais prazeroso que este momento. Porque em sua mente paira uma única coisa, humildade de mente.
A oferta de Jesus para seus discípulo é de se tornar igual aquela criança. E quais são os benefícios disso? Entrada no Reino dos Céus, que é uma consequência e não um meio para se tornar igual à criança. Só a partir do momento que se tornarem igual aquela criança é que desfrutaram plenamente de um relacionamento humilde e dependente do Senhor do Reino, Jesus Cristo o único que é grande!
Nós seremos transformados pelo Senhor do Reino todos os dias, porque não são os discípulos que mudam de caminho, mas Cristo que estava mudando o caminho deles, de homens ambiciosos para “crianças” com uma humildade de mente.
Minha Oração é que sejamos eternamente como Crianças.




[1] CARSON, D.A. O comentário de Mateus / D.A. Carson ; tradução Lena Aranha & Regina Aranha. – São Paulo : Shedd Publicações, 2010. P.464
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quinta-feira, 6 de junho de 2013

Reduzindo os problemas




Você já teve problemas? Já esteve triste? Ou passou por alguma dificuldade? Dificilmente alguém responderá não em todas as perguntas.
Em nossa vida acontecem diversos empecilhos e os problemas nos deixam frágeis, essa fragilidade que nos assola deixa-nos vulnerável a aceitarmos qualquer tipo de ajuda, as mais práticas e rápidas são as mais bem aceitas, independente se essa é ou não a vontade de Deus.
 Muitas vezes esperamos estar “no fundo do poço” para buscarmos e percebemos o quanto somos dependentes de Deus a dificuldade é um atalho para nos afastarmos Dele, quando estamos com algum problema é mais fácil cair na armadilha do inimigo que parece boa e agradável aos nossos olhos.
Lembro-me da frase de um pastor disse: “A dor maior é a minha”; Desta mesma forma o problema maior sempre será o meu.
Certo dia assisti um documentário sobre uma senhora que relatava ter conhecido a palavra de Deus e ter aceitado Jesus em 2000. Em 2011 essa senhora perdeu o esposo, no final de 2012 perdeu a mãe e janeiro de 2013 em uma tragédia perdeu 2 dos seus 4 filhos, os outros filhos um é casado e tem sua família, e sua filha foi a única que lhe restou morando na casa, a menina está com depressão há 2 anos após a perda do pai, na qual veio a piorar após a perda dos irmãos.
O que me chamou a atenção nessa história toda foi o depoimento que essa senhora deu dizendo que Deus já estava preparando ela para isso tudo, e que naquele momento ela precisava ter forças para ajudar principalmente essa filha que esta com depressão e amigos que passaram por perdas como a dela e ela afirma que a força dela vem da bíblia, vem de Deus.
Essa senhora dá um exemplo maravilhoso, só Deus que nos mantem em pé diante dos problemas, na 2ª carta de Paulo aos Coríntios logo no capítulo 1 nos versículos 3 e 4 que diz:
“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação;
Que nos consola em toda a nossa tribulação, para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação, com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus”.
Este versículos falam sobre o Deus que nos consola, e que quando já experimentamos esse consolo, conseguimos suportar as tribulações para poder consolar outros com o mesmo conforto que Deus nos dá, e esse é o exemplo que aquela senhora nos dá.
Jesus Cristo passou por um sofrimento enorme na cruz, sofrimento este suportado por cada um de nós, a bíblia relata a sua glória ao final do sofrimento, a palavra diz que precisamos aceitar o nosso sofrimento e suportar para a glória final.
Nessa mesma carta de Paulo nos versículos 9 e 10 diz:
“Mas já em nós mesmos tínhamos a sentença de morte, para que não confiássemos em nós, mas em Deus, que ressuscita os mortos; 
O qual nos livrou de tão grande morte, e livra; em quem esperamos que também nos livrará ainda”.
A graça de Deus é suficiente e a nossa fraqueza é uma ótima oportunidade para Ele mostrar o seu poder, para que não confiemos em nós, esse é o propósito real, entendermos que somos dependentes Dele.
Procurar a solução dos problemas em primeiro lugar na oração revela a dependência que temos de Deus, a oração produz resultado autentico todos nós precisamos de oração, até mesmo Paulo precisava de oração.(v.11)

Buscar a solução e o consolo na oração é o melhor caminho, Deus ouve as nossas orações e súplicas, Ele nos consola e permite que possamos consolar outros que muitas vezes estão em situações piores do que a nossa, não hesite em orar esse é o primeiro passo, segundo passo não hesite em esperar a resposta de Deus para sua vida que certamente será o melhor para você.
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quinta-feira, 30 de maio de 2013

Semelhança que Glorifica a Deus


Qual é o motivo da sua existência? Se formos francos com nós mesmos passaremos um bom tempo para responder essa pergunta. Teremos muitas respostas para justificarmos a razão da nossa humilde vida.
Muitos responderiam que o propósito de sua existência é curtir a vida: fazer viagens; apreciar bons restaurantes; passar tempo com os amigos; namorar bastante. Outros olhariam para essa pergunta e, sem dúvida nenhuma, afirmariam que o fim do homem é obter sucesso seja ele financeiro, acadêmico, profissional e, até quem sabe, amoroso.
Olhar para a vida e a humanidade desta forma seria uma forma um tanto quanto egoísta e equivocada a luz das Escrituras.
Deus se preocupou em dar motivo e razão da existência da humanidade criada por Ele. Deus criou homens e mulheres para serem a imagem e semelhança dele e glorificar a Ele e gozá-lo para sempre. No entanto, logo depois de serem feitos a imagem do criador resolveram ter uma identidade própria, se tornando a imagem e semelhança do seu próprio ego.
Mas Deus sempre planejou restaurar os “sem identidades” em pessoas com a Identidade de “Filhos do Deus altíssimo”. Por isso, Jesus que é a imagem e consolidação do Deus criador, vem ao encontro de seres humanos para restaurar a identidade perdida e a razão de existir.
Sendo assim, o propósito de Deus em nossa história é tornar-nos mais parecidos com Jesus Cristo para glorificarmos a Deus com as nossas vidas.
Assim como diz em 2 Coríntios 3.18: “E todos nós, com o rosto desvendado, contemplando [ou refletindo], como por espelho, a glória do Senhor, somos transformados [ou mudados], de glória em glória, na sua própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito”.
Somos transformados na imagem de Jesus Cristo pelo Espírito de Deus, não tem como escapar, se compreendermos o evangelho e nos rendermos à boa noticia, de que Deus nos amou quando não merecíamos, seremos transformados dia-a-dia em pessoas parecidas com Cristo. Assim como afirmou John Stott: “Se afirmamos ser cristão, devemos ser como Cristo”.
Devemos se parecer com Jesus na forma como ele servia a Deus Pai e as pessoas que conviviam com Ele. Desejar se parecer com Cristo em seu amor para com aqueles que estavam a sua volta, essa é uma característica fundamental na vida dos cristãos, assim como Paulo exortou os irmãos de Éfeso a viverem em amor baseados no amor Cristo por eles (Efésios 5:2).
Não deveríamos viver como apenas freqüentadores de Igrejas, ou religiosos que se dizem cristãos, mas nem sequer sabem realmente quem é Jesus Cristo.
Pessoas assim não pensam como Jesus, não falam iguais a ele, e suas atitudes não refletem a Deus. Resultado pessoas que não glorificam a Deus por não se parecem com Cristo.
Por isso, certa ocasião um professor hindu, identificando um dos alunos como cristão, disse: “Se vocês, cristãos, vivessem como Jesus Cristo, a Índia estaria aos seus pés amanhã”. Deus seria glorificado.
Outro exemplo é o reverendo Iskandar Jadeed, um ex-muçulmano árabe, que disse: “Se todos os cristãos fossem cristãos, hoje não haveria mais islamismo”. Deus seria glorificado.

A sociedade necessita cada vez mais de homens e mulheres que se pareçam mais com Jesus Cristo. Pessoas impactadas pelo evangelho e constrangidas ao amor de Deus que desejam glorificar ao Deus que as criou para esse fim. 
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segunda-feira, 29 de abril de 2013

Privilegiado por fazer Missões 2


O exemplo do Mestre!
Texto base: João 4.1-37

A narrativa de João 4 relata o encontro de Jesus com a mulher samaritana, e João nos apresenta mais uma lição de abnegação, compaixão e priorização do reino de Deus por parte do Senhor Jesus.
Ele sempre será nosso maior exemplo de alguém que viveu de forma altruísta, alguém que colocava o interesse alheio acima do seu próprio. 

O sentimento que houve em Cristo foi de não usurpar ser igual a Deus, mas de esvaziar, abdicar de todos os privilégios no céu e assumir forma humana, e neste incidente com a samaritana, Jesus está "cansado da viagem", "com fome" e "com sede", mas sua preocupação não é consigo mesmo e suas necessidade físicas, mas com as necessidades espirituais da mulher e sua salvação. Ao lhe pedir água ele estava abrindo uma oportunidade para falar do amor de Deus e lhe comunicar verdades espirituais.

João ainda relata que este incidente ocorreu "por volta da hora sexta", ou seja, uma hora imprópria, hora de calor intenso onde as pessoas estão preocupadas em almoçar, mas Jesus revela sua disponibilidade para Deus ao não ir a cidade comprar alimentos com os discípulos (Jo 4.8), e a começar uma conversa com uma mulher samaritana, quebrando assim dois paradigmas - o de conversar com samaritanos e o de conversar com uma mulher (o que causou admiração nos discípulos - Jo 4.27).

Uma outra lição importante vemos quando os discípulos retornam da cidade com os alimentos e insistem com Jesus para que este coma, e a resposta é: uma comida tenho para comer que vós não conheceis. (Jo 4.32)
O prazer maior de Jesus, o que consumia sua alma era fazer a vontade de Deus e realizar sua obra.
Diante destes exemplos precisamos refletir em nossa vida e perguntar para nós mesmos:

  • Sou uma pessoa altruísta e me preocupo com os interesses dos outros, ou vivo pensando só em mim e em meu conforto?
  • Tenho separado tempo para buscar a Deus e realizar sua obra, ou minha agenda já está cheia de maneira que só tenho tempo de ir à igreja domingo a noite?
  • Qual é a prioridade máxima da minha vida? O que me dá mais prazer nesta terra?
  • Será que posso dizer: Faça  em mim Senhor segundo o teu querer? Pois estou totalmente disponível e preparado para Deus me usar livremente.
Que Deus nos ajude a morrermos para nós mesmos e a vivermos totalmente para Ele.
Lembrando sempre que: 
SE O EVANGELHO NÃO AFETAR O MUNDO POR MIM,
 SIMPLESMENTE NÃO HÁ EVANGELHO EM MIM!
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sábado, 6 de abril de 2013

Escravo das Orelhas furadas!


A carta aos Romanos é uma grande exposição do plano redentor de Deus de forma completa. Paulo expõe a importância de sabermos que éramos alvos da ira do Deus criador. Afinal, todos pecaram e precisam da glória de Deus, e sem a intervenção de Deus nada se pode fazer. 
No entanto, o Deus que estava irado, e é Justo e Santo, agora justifica aqueles que necessitavam da sua glória, vindo ao mundo e se fazendo justiça em favor daqueles que não mereciam. Jesus em uma cruz carregando os pecados de homens e mulheres, e muitos mais do que isso, carregou sobre si a ira de Deus e o abandono do Pai.
Diante dos primeiros capítulos da carta, após relatar sobre essa graça (favor imerecido), surge uma pergunta: “Então, Já que fomos libertos do pecado, pela graça, podemos pecar?” (Romanos 6 .1) “Deus me livre!” é a resposta de Paulo, uma vez libertos do pecado, não voltem a pecar. Em outras palavras, fomos libertos do pecado, e feitos Escravos da justiça.
A pergunta em jogo neste capitulo não é: “Será que estou me tornando um escravo da justiça?”, mas “De quem eu sou escravo?”. Como disse Paulo Não sabem que, quando vocês se oferecem a alguém para lhe obedecer como escravos, tornam-se escravos daquele a quem obedecem: escravos do pecado que leva à morte, ou da obediência que leva à justiça?” (Romanos 6.16). Instrumento da justiça de Deus, ou da desonra de Deus?
Minha Pergunta a você neste artigo é: Quem é Você? Diante desta pergunta, qual é a primeira resposta que te vem à mente? Acredito que você me responderia: “Bom, eu sou um estudante!” “Ah... eu sou um funcionário publico!” “Eu sou isso!”  “Eu sou aquilo!”, mas será que você me responderia com toda a sinceridade de coração “Eu sou um escravo!”.
Tenho uma definição sobre escravo: “Primeiramente é aquele que pertence por completo ao seu dono e cuja vida toda é moldada pela vontade do seu mestre.” Poderia ser definido desta forma em relação a Jesus como seu mestre?
O cristianismo nos aponta duas formas de viver a vida: Primeira, totalmente escravos do pecado. Sendo assim, posso me identificar como alguém preso às minhas tentações, atolado por pensamentos ruins, cheio de desejos enganadores e uma mente obstinada a pecar.
Segunda, viveremos como pessoas que foram escravas do pecado, no entanto, hoje, reconciliadas com Deus. Deus interveio em nossas vidas e nos amou, quando éramos os mais indignos de bondade e graça, e muito menos amor. Dignos, somente, da ira e vergonha de nós mesmos. Hoje, libertos do Pecado, escravos da justiça. 
Em Êxodo capitulo 21.2-6 Diz: "Se você comprar um escravo hebreu, ele o servirá por seis anos. Mas no sétimo ano será liberto, sem precisar pagar nada.
Se chegou solteiro, solteiro receberá liberdade; mas se chegou casado, sua mulher irá com ele.
Se o seu senhor lhe tiver dado uma mulher, e esta lhe tiver dado filhos ou filhas, a mulher e os filhos pertencerão ao senhor; somente o homem sairá livre.
"Se, porém, o escravo declarar: ‘Eu amo o meu senhor, a minha mulher e os meus filhos, e não quero sair livre’,
o seu senhor o levará perante os juízes. Terá que levá-lo à porta ou à lateral da porta e furar a sua orelha. Assim, ele será seu escravo por toda a vida.”
Essa é a narrativa sobre a lei perante um escravo. Acredito que quando compreendemos o evangelho de Cristo e nos rendemos ao seu amor, vivenciamos algo parecido com a declaração de um escravo de orelhas furadas: “Eu amo o meu Senhor! Amo tudo aquilo que ele me ofereceu! Prefiro, mil vezes, ser escravos do meu Senhor do que ser livre! Podem furar as minhas orelhas, será como marca da minha servidão eterna ao meu mestre, o Eterno.”
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terça-feira, 12 de março de 2013

Anunciando o evangelho através do amor




Para iniciar vamos ler o que está escrito em Romanos 13. 8-14

“A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, 
exceto o amor com que vos ameis uns aos outros;
 pois quem ama o próximo tem cumprido a lei.
Por isto: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não cobiçarás, e, se há qualquer outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.
O amor não pratica o mal contra o próximo; 
de sorte que o cumprimento da lei é o amor.
E digo isto a vós outros que conheceis o tempo:
 já é hora de vos despertardes do sono; 
porque a nossa salvação está agora mais 
perto de nós do que quando no princípio cremos.
Vai alta a noite e vem chegando o dia. Deixemos,
 pois, as obras das trevas, e revistamo-nos das armas da luz.
Andemos dignamente, como em pleno dia;
 não em orgias e bebedices, não em impudicícias
 e dissoluções, não em contendas e ciúme.
Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo, 
e nada disponhais para a carne no tocante as suas concupiscências.”
A bíblia é muito clara quando trata do amor ao próximo, a palavra de Deus enfatiza que o amor é um Dom supremo, ou seja, algo divino, que pertence a Deus, e que vem de Deus. Em gênesis a palavra fala: e viu Deus que isso era bom, o amor também foi Deus quem criou, e por isso é bom.
Desde o princípio a palavra fala que temos que amar uns aos outros (1 João 3:11 Porque a mensagem que ouvistes desde o princípio é esta: que nos amemos uns aos outros. ), como o Senhor falou para Moisés, amar o próximo como amamos a nós mesmos, ou seja, sem fazer ou desejar o mal para o outro  
Nesse trecho de romanos, observamos Paulo falando sobre o amor em 3 versículos, e fica muito claro entender que o cumprimento da lei é o amor, quando amamos ao nosso próximo deixamos de praticar o mal contra ele.
Nos outros 3 versículos seguintes o Senhor continua falando conosco através de Paulo, deixa de certa forma de falar do amor e nos exorta dizendo que o dia está próximo
Paulo escreve para despertar—nos do sono, e logo em seguida ele adverte: Vai a noite e vem chegando o dia, ele não fala no sentido cronológico do tempo, conforme nós conhecemos, dia e noite, ele fala no sentido de Jesus ser a luz do mundo, e conforme a promessa que foi feita, a volta de Cristo, em 1 João 2:8 diz: Toda via, vos escrevo novo mandamento, aquilo que é verdadeiro nele e em vós; porque as trevas se vão dissipando, e já a verdadeira luz já brilha. 
A vinda do filho de Deus está próxima, por isso é que devemos ouvir o que Deus quer nos falar através de sua palavra, temos que revestir das armaduras da luz, quando mais firmes e praticantes da palavra de Deus, ficamos mais distantes das ciladas do inimigo.
Os crentes em Cristo Jesus não devem temer a volta de Cristo, mais com a chegada do fim devem ser motivados a viver piedosamente, amando a Deus acima de todas as coisas.
Não é fácil na prática amar a Deus sobre todas as coisas e tampouco amar ao nosso próximo como a nós mesmo, o único que conseguiu chegar ao ápice do amor a Deus e ao próximo foi Jesus Cristo, por isso devemos seguir o exemplo dele, conforme fala no versículo 14 devemos revestir-nos de Senhor Jesus.
O livro de gálatas fala que aqueles que foram batizados em Cristo Jesus foram revestidos de Cristo, a palavra revestido quer dizer coberto, envolto por Cristo.
Deus nos deu um exemplo de vida e de amor, Ele entregou seu próprio filho para dar a vida por nós, e Ele nos ensina que devemos dar a vida pelos irmãos como Cristo nos deu.
Interessante analisarmos que em João 13:34 a palavra fala - Novo mandamento vos dou: Que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. 
Apesar de a palavra citar como novo mandamento, esse não é um mandamento novo, houve uma mudança no elemento, partindo desse ponto que a palavra coloca-nos como um novo mandamento, em relação ao que já foi escrito em levíticos ainda no velho testamento, o que mudou foi a palavra amarás o teu próximo que passou a ser amarás uns aos outros e a parte que diz como as si mesmo no qual foi alterado para como eu vos amei.        
Amar aos outro como a nós mesmo já é uma tarefa bastante complicada, quando pensamos em amar como Deus nos amou se torna ainda maior a responsabilidade sobre nós, visando que Deus conseguiu cumprir esse mandamento quando veio ao mundo como homem, e nós somos feitos a imagem e semelhança Dele.
Difícil no mundo em que vivemos hoje é deixarmos nossos afazeres rotineiros para atender a necessidade de um irmão, porém a palavra é clara, o dia está próximo e o maior mandamento é 1 João 3:23 – Ora, o seu mandamento é este: que creiamos em o nome de seu Filho Jesus Cristo, e nos amemos uns aos outros, segundo o mandamento que nos ordenou. 
Se cremos em Cristo o primeiro passo já foi dado, precisamos amar ao nosso próximo para que consigamos cumprir o mandamento como Deus nos ordenou
Jesus anunciou o evangelho para mundo e uma das formas Dele anunciar o evangelho foi através do amor, talvez você não saiba pregar, cantar, tocar, dar aula, mais você sabe amar. Você não precisa ir para outros países, outros estados, tampouco para outras cidade, você pode amar a pessoa que está do seu lado, seus amigos, familiares, você pode amar, na igreja, na rua, no trabalho, em casa ou na escola. Mais não deixe a oportunidade de anunciar o evangelho através do amor, porque esse foi o maior dom que o Senhor nos concedeu.
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